Estudo à noite
Informações da Sueli Reis:
Há tempos venho ensaiando um comentário neste blog, que acho bárbaro, de uma iniciativa brilhante. Pois bem, o farei. Trabalho durante o dia e estudo à noite. Essa é a realidade de milhares de pessoas nessa capital que não para. Minha reclamação é referente às linhas superlotadas de ônibus e microônibus após as 22h. Alguém achou por bem, em algum determinado momento da história desta cidade reduzir a frota circulante de ônibus a partir deste horário devido o volume baixo da demanda. A realidade agora é outra, senhores. Quando saio da sala da aula e me dirijo para o ponto de ônibus, fico pensando em qual deles entrarei. A “sorte” é que tenho algumas possibilidades. Pego qualquer ônibus ou microônibus na rua Isabel Schimidt, em Santo Amaro, e desço no ponto antes da ponte do socorro, sentido bairro. E ali fico a esperar algum veículo, sentido Parque Residencial Cocaia, no Grajaú, onde moro, que eu consiga entrar… É uma situãção que não é só minha, garanto. O que me espanta é a superlotação das linhas neste horário. Não pensam que a demanda é outra? Não pensam que este é um novo horário de pico? Sim, pensem em quanto estudantes estão na rua esta hora, quantos trabalhadores do período 14h-22h não querem ir pra casa também ali naquela região cheia de fábricas e empresas. Por favor, cansei de chegar em casa só no outro dia, por causa da demora de pegar um ônibus.
Poderiam incluir também no mapeamento a linha Cantinho do Céu / Santo Amaro, que circula apenas com microônibus. É uma das opções que tenho para ir embora para casa, depois da faculdade, após as 23h, mas me recuso a utilizá-la depois de uma única vez que o fiz: condução perigosa, algo como um “racha” com outras lotações de mesma linha e “concorrentes”, além da falta de respeito com os passageiros, lotando até não poder mais o veículo. Obrigada.








