Comentário do João Batistel, no post Acidente com 3 ônibus na zona sul de SP: (no mesmo post, o João Batistel reproduz 15 reclamações feitas à SPTrans e respectivas respostas).
Caros Promotor Saad Mazloum.
Parabéns pela iniciativa, estou participando desse blog por indicação de um funcionário da Sptrans (que pediu para não ser identificado).
Resido na Rua Inácio Manuel Alvares, zona oeste, rua com 6 metros de largura, velocidade máxima permitida 20km/hora (placas indicativas), area escolar e residencial, que possui trafego diário de 230 coletivos, pesando em média 13 a 18 toneladas.
Desde junho de 2008, venho reportando a Sptrans e CET, ocorrências envolvendo os coletivos das linhas 748R-51 (Cohab Raposo Tavares – Lapa) 7598-41 (Rio Pequeno – Anhangabau) e 775N (Rio Pequeno – Vila Mariana), as ocorrências são: andar até 110% acima da velocidade permitida na via, trafegar na contra-mão de direção, veja videos:
http://www.youtube.com/watch?v=d2wyF1vpv3U
http://www.youtube.com/watch?v=VVwUxBt7NGA
http://www.youtube.com/watch?v=0y1NTKlMPLA
Foram realizadas 1.130 reclamações junto a Sptrans [@prefeituraSP], a qual alocou diariamente 1 fiscal para o local (manhã e tarde) inclusive com radares.
A própria SpTrans reconheceu atraves do retorno das reclamações que os coletivos trafegam até 110% acima da velocidade e “considerou” normal esse tipo de prática.
Além da velocidade, os coletivos trafegam na “contra-mão” de direção, numa pista que não possui nenhuma visão.
O risco de acidentes é eminente, pois tem uma escola de ensino fundamental na rua.
Apesar dos inúmeros esforços, reclamações, reuniões – nada foi resolvido – apenas “medidas” paleativas.
Apos contato com o Vereador Paulo Frange, o mesmo “oficiou” a Sptrans, mas até o momento “nada” de “concreto” foi realizado.
Estamos próximos de completar 1 (hum) ano de reclamações e de exposição ao perigo e nada foi resolvido.
Importante ressaltar que além do perigo aos moradores, os usuários dos ônibus, que “sempre estão cheios” sofrem uma verdadeira aventura ao estarem utilizando o coletivo, pois estão sendo expostos a um risco sem precedentes, além de terem que se “segurar” firmemente.
Espero que possam resolver os problemas de forma definitiva, sem nenhum acidente.
João